Edição 296Setembro 2019
Sexta, 18 De Outubro De 2019
Editorias

Publicado na Edição 296 Setembro 2019

Acervo FAMS

Educação e cidadania feminina

Audrey Kleys: “Construir uma sociedade mais participativa e consciente dos seus direitos e deveres”

Educação e cidadania feminina

A educadora, jornalista e vereadora Audrey Kleys foi entrevistada pelo Programa Memória-História Oral em 14 de dezembro de 2016, na Sala Serafim Gonzalez, localizada na Casa de Frontaria Azulejada, no Centro Histórico de Santos. Em seu depoimento, Audrey recorda passagens de sua infância, adolescência e de sua trajetória pessoal, acadêmica e profissional.

AUDREY Kleys Cabral de Oliveira Dinau nasceu em Santos, em 23 de setembro de 1974. Casada e mãe de um filho, Audrey é jornalista, professora, bacharel em Direito, pós-graduada em Formação de Professores em Educação à Distância e em Fortalecimento de Conselho de Escola, pela Universidade Federal de São Carlos. Trabalhou por 15 anos na TV Tribuna e quase quatro anos na Secretaria Municipal de Educação de Santos (Seduc), como secretária-adjunta.

Nas eleições de 2016 Audrey Kleys foi eleita vereadora em Santos pelo Partido Progressista (PP), com 4.375 votos. Neste seu primeiro mandato tem como meta ajudar a construir uma sociedade mais participativa e consciente dos seus direitos e deveres: “Meu foco é a Educação, com o fortalecimento do protagonismo juvenil, atenção aos educadores e comunidade escolar, além de maior participação das mulheres na política. Essas são as prioridades nesta minha jornada como vereadora”.

É de autoria de Audrey Kleys o projeto de lei que inclui no Calendário Oficial do Município a “Semana da Memória-História Oral de Santos”, que terá sua primeira edição na terceira semana de setembro deste ano. Serão realizados eventos relacionados ao tema, como seminários e palestras em instituições universitárias parceiras da Fundação Arquivo e Memória de Santos. A vereadora destina anualmente, também, verba de emenda parlamentar à Fundação para auxiliar na realização das atividades do Programa Memória-História Oral.

Na justificativa do projeto que cria a Semana, Audrey lembra que “a História Oral tem vocação para tudo e para todos, procurando o respeito às diferenças e facilitando a compreensão das identidades e dos processos de suas construções narrativas”. Sobre a escolha do mês de setembro para a realização do evento, a vereadora recorda que o primeiro trabalho de História Oral no Brasil foi publicado em setembro de 1978: trata-se do livro “Memórias do Exílio”, obra coletiva dirigida e coordenada por Pedro Celso Uchoa Cavalcanti e Jovelino Ramos, sob o patrocínio de Paulo Freire, Abdias do Nascimento e Nelson Werneck Sodré.

A entrevista completa pode ser acessada no canal do Programa Memória-História Oral no Youtube, através do link www.youtube.com/watch?v=aS-ELpPFnSo

Conheça o trabalho desenvolvido pela Fundação Arquivo e Memória de Santos: acesse o site www.fundasantos.org.br

Publicado na Edição 294 Julho 2019

Acervo FAMS

Um século dedicado às artes e filantropia

Edith Pires: “Memórias do Casarão Branco”, seu livro mais famoso

Um século dedicado às artes e filantropia

A escritora Edith Pires foi entrevistada pelo Programa Memória-História Oral em 23 de agosto de 2008, no estúdio da Universidade São Judas – Campus Unimonte. Em seu depoimento, Edith recorda suas memórias como moradora do casarão branco, que atualmente abriga a Pinacoteca Benedito Calixto, e sua relação com a literatura, artes e filantropia, vividas ao longo do século XX na cidade de Santos.

EDITH Pires Gonçalves Dias nasceu em São Paulo em 6 de julho de 1919 e veio com a família para Santos com um ano de …

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Publicado na Edição 293 Junho 2019

Acervo FAMS

Expoente da Nova Literatura Brasileira

Amoreira: escritor, dramaturgo e jornalista

Expoente da Nova Literatura Brasileira

Poeta, contista e crítico literário, Flávio Viegas Amoreira foi entrevistado pelo Programa Memória-História Oral em 7 de novembro de 2016. Na entrevista, gravada na Casa de Frontaria Azulejada, localizada no Centro Histórico de Santos e tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Amoreira falou de sua carreira de escritor e de suas primeiras lembranças, ligadas ao mar e ao Colégio Canadá, onde ele passou os melhores anos de sua infância e juventude.

Escritor, dramaturgo e jornalista, o santista Flávio Viegas Amoreira é uma das mais …

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Publicado na Edição 292 Maio 2019

Acervo FAMS

A literatura como refúgio

Manoel Herzog: “Não traço plano de escrever; vou escrevendo uma história aleatória e o enredo vai surgindo, como se o livro estivesse pronto em algum lugar e eu o fosse buscando”

A literatura como refúgio

O advogado e escritor várias vezes premiado Manoel Herzog foi entrevistado pelo Programa Memória-História Oral da Fundação Arquivo e Memória de Santos (FAMS) em 4 de maio de 2017. Na entrevista, gravada no estúdio da Universidade São Judas, Campus Unimonte, Herzog lembra, entre outros assuntos, quem eram seus ídolos na infância: “Além de ser o mais novo da escola, eu era péssimo em futebol. O meu refúgio era a literatura, e meus heróis da infância eram José Mauro de Vasconcelos, Jorge Amado, Chico Buarque, Aldir Blanc…”.

MANOEL Herzog …

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Publicado na Edição 291 Abril 2019

Acervo FAMS

Psicologia, literatura e música

Luiz Cancello, apaixonado pela literatura, trabalho e música: “Comecei a tocar violão aos 12 anos, e ainda hoje tenho mais amigos músicos do que amigos psicólogos. Meu meio social sempre foi o da música”

Psicologia, literatura e música

O psicoterapeuta e escritor Luiz Cancello foi entrevistado pelo Programa Memória-História Oral da Fundação Arquivo e Memória de Santos (Fams) em 26 de julho de 2017. Em seu depoimento, Cancello fala sobre seu nascimento em casa, com parteira, na Rua Pernambuco, seus estudos no ginasial do tradicional Colégio Canadá, sua paixão pela literatura, pelo seu trabalho e pela música: “Comecei a tocar violão aos 12 anos, e ainda hoje tenho mais amigos músicos do que amigos psicólogos. Meu meio social sempre foi o da música”.

LUIZ Antonio Guimarães …

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Publicado na Edição 290 Março 2019

Acervo FAMS

Paixão pelo esporte e jornalismo

Vladir Lemos: “O esporte faz parte da minha vida”

Paixão pelo esporte e jornalismo

O jornalista e escritor Vladir Lemos foi entrevistado pelo Programa Memória-História Oral, da Fundação Arquivo e Memória de Santos (Fams), em 27 de dezembro de 2016. Na entrevista, Vladir fala sobre sua infância, a sua juventude e a relação com o mar e as praias da região, os estudos no curso de Comunicação, seu trabalho, seus livros e sua paixão pelo futebol: “Tenho uma paixão muito grande pelo esporte, além do jornalismo. Acho que jogar bola foi a coisa que eu mais fiz, desde criança. Como adoro o …

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Publicado na Edição 289 Fevereiro 2019

Acervo FAMS

Freira, escritora e santista

Maria Valéria Rezende escreve ficção, poesia e é tradutora

Freira, escritora e santista

Maria Valéria Rezende foi entrevistada pelo Programa Memória-História Oral, da Fundação Arquivo e Memória de Santos (FAMS), em 16 de agosto de 2017. Sobrinha-neta do poeta parnasiano Vicente de Carvalho, diz que uma de suas primeiras lembranças é a de escritores reunidos na casa de sua avó, em Santos, onde nasceu e foi criada: “A casa da minha avó era um ponto de encontro de escritores. Discutia-se de tudo. Além disso, a literatura está na família. Lia as poesias de meu tio-avô Vicente de Carvalho; isso formou meu …

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Publicado na Edição 288 Janeiro 2019

Divulgação

A memória da cidade

Entrevistas estão à disposição para a consulta de pesquisadores e demais interessados

A memória da cidade

Criado em 2004, o Programa Memória – História Oral, da Fundação Arquivo e Memória de Santos (FAMS), já entrevistou mais de três centenas de pessoas que tiveram uma participação efetiva nas vidas artística, cultural, política, social e esportiva da cidade.

O objetivo do Programa é preservar a história e memória de Santos por meio da produção e conservação de novos documentos, colhidos através de entrevistas e utilizando a metodologia da história oral.

A preocupação com a história e a memória da cidade se justifica pelo fato de Santos …

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