Edição 283Agosto 2018
Quinta, 20 De Setembro De 2018
Editorias

Publicado na Edição 276 Janeiro 2018

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Impacto da neuroarquitetura

Impacto da neuroarquitetura

Preparar o ambiente corporativo considerando aspectos que humanizem o espaço é uma demanda crescente na área da arquitetura, fazendo da neuroarquitetura (“impacto do espaço físico no nosso cérebro”) uma das principais tendências em 2018. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram números alarmantes de pessoas sofrendo de depressão e ansiedade no ambiente de trabalho. “É hora de se preocupar com essa humanização e procurar amenizar o sofrimento das pessoas no ambiente de trabalho”, afirma a arquiteta Priscilla Bencke, especialista em neuroarquitetura e projetos corporativos.

Para ela, as empresas investirão cada vez mais em ambientes que ajudam a aumentar a produtividade. “Empresas que estavam mais retraídas estão solicitando projetos de novas sedes e espaços físicos. Isto indica que o ano está começando com um espírito diferente, de muita transformação e ideias sendo colocadas em prática”, avalia Priscilla, ao elencar alguns conceitos da neuroarquitetura.

Ambientes mais flexíveis. Segundo Priscilla, ambientes e mobiliários “mais soltos”, com menos elementos sob medida, significam ambientes para múltiplas funções, como uma copa que pode servir de descompressão para os colaboradores; ou uma sala de espera que sirva também como sala de reunião. A própria tecnologia, como o wi-fi, tem auxiliado nessa integração permitindo mobilidade nos ambientes.

Espaços compartilhados. A iniciativa de compartilhamento dos locais de trabalho com muitos co-workers dividindo espaços para trabalhar tem crescido e ganhado adeptos no mundo todo. “Não mais mesas fixas, para um só funcionário”, ressalta a arquiteta. As empresas com colaboradores que viajam muito, por exemplo, podem ocupar as mesas – que ficam vazias e ociosas – deslocando-as para uso de outros profissionais.

Praticidade. “Os escritórios estão com uma tendência visual diferente para 2018 e devem mudar para um estilo mais industrial”, destaca Priscilla. Isso quer dizer que os projetos corporativos terão as instalações mais aparentes: “Nem o forro estão colocando nos projetos das empresas, para que haja condições das mudanças”.

Áreas reduzidas. O desenvolvimento de grandes sedes corporativas no exterior tem cada vez menos a presença de salas enormes de reuniões. “Elas são importantes e as reuniões entre os colaboradores devem ocorrer porque é desses encontros que surgem grandes ideias. Só que elas acontecem hoje em ambientes mais alternativos e até compartilhados com outras áreas, como numa sala do café ou realizada em mobiliários soltos, que permitem juntar as cadeiras para uma conversa. O layout tradicional está sendo modificado inclusive por conta da tecnologia, já que podemos fazer reuniões digitalmente”, avalia.

Bem-estar do ser humano. Essa humanização já vem ocorrendo, observa a arquiteta, pois grandes lideranças de grandes corporações já entendem que as pessoas, quando se sentem bem, produzem mais e melhor. O resultado é um aumento de produtividade para a empresa e um retorno financeiro quando se busca o bem-estar psicológico e mental das pessoas, ajudando a diminuir o estresse no local de trabalho.

Ela avalia também a importância de os executivos olharem mais para essas questões psicológicas, uma vez que o ambiente tem ligação direta com o comportamento e as emoções das pessoas. Para a arquiteta, a inclusão de elementos naturais, a presença de vegetação ou um jardim, a valorização de uma iluminação natural, podem contribuir para um ambiente de trabalho mais acolhedor.

“As pessoas não querem ser vistas mais como máquinas”, sintetiza Priscilla: “Mesmo em grandes empresas é possível ter algo personalizado. E isso já nasce no projeto, pois o profissional de arquitetura com esse foco mais humanizado faz imersão na empresa, conversa com as pessoas e descobre as necessidades de cada uma para fazer um ambiente que possa melhorar as questões psicológicas desses profissionais”.

Publicado na Edição 270 Julho 2017

Salvador Cordaro/Divulgação

Casa sustentável na Casacor São Paulo

Mariana Crego desenvolveu o único ambiente 100% sustentável da mostra

Casa sustentável na Casacor São Paulo

Arquiteta e urbanista, a santista Mariana Crego foi um dos destaques da Casacor São Paulo, a mostra de arquitetura, design e paisagismo que aconteceu nos meses de maio a julho no Jockey Club São Paulo, na capital paulista. Mariana elaborou o projeto da “Casa Sustentável”, o único ambiente 100% sustentável da mostra.

Esta foi a segunda vez que ela participou do evento. Para o espaço de 63 metros quadrados, seu projeto atendeu todas as 14 categorias da certificação AQUA, selo de sustentabilidade da Fundação Vanzolini com consultoria da …

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Publicado na Edição 259 Agosto 2016

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Prédios inteligentes com mais conectividade

Novos recursos auxiliam as empresas no gerenciamento e na tomada de decisão

Prédios inteligentes com mais conectividade

A Honeywell (NYSE: HON) anunciou a nova versão de seu principal sistema de gerenciamento predial, o Enterprise Buildings Integrator (EBI). O EBI R500 aprimora a conectividade dos edifícios atuais para ajudar a torná-los ativos estratégicos para as organizações. Os novos recursos auxiliam as empresas no gerenciamento e na tomada de decisão, promovendo a melhoria na eficiência dos negócios e proporcionando maior controle sobre as operações.

O EBI R500 possibilita aos administradores prediais converter dados do edifício em recomendações para entregar resultados em tempo real. Os novos recursos incluem:…

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Publicado na Edição 257 Junho 2016

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A um passo de se tornar Patrimônio Mundial!

Igreja de São Francisco no conjunto arquitetônico e paisagístico da Pampulha

A um passo de se tornar Patrimônio Mundial!

Projetado em 1940 em torno de um lago artificial, o Conjunto Moderno da Pampulha, em Belo Horizonte, capital das Minas Gerais, é candidato a ser declarado Patrimônio Mundial da Unesco, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. A aprovação do dossiê foi confirmada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

O conjunto chama atenção por sua beleza apresentada nos jardins criados por Roberto Burle Marx e nas obras com formas arrojadas, que exploram o potencial plástico do concreto, concebidas pelo …

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Publicado na Edição 257 Junho 2016

Sobradão é restaurado em Ubatuba

Está em fase final os trabalhos de restauro da cobertura do Sobradão do Porto de Ubatuba, no litoral Norte de São Paulo, único casarão da cidade que restou dos tempos do ciclo do café. A primeira fase do restauro, classificada como emergencial, envolve também a recuperação da fachada e das portas e janelas externas.

O edifício foi construído em 1846 e declarado patrimônio em 1959 pela Secretaria do Patrimônio Histórico, Arqueológico e Arquitetônico Nacional (Sphan). “Substituímos parte do madeiramento do telhado, limpamos todas as peças de maneira manual …

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Publicado na Edição 253 Fevereiro 2016

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Projeto busca certificação Aqua-HQE

Cobertura em forma de “U” faz a mediação ambiental do conjunto

Projeto busca certificação Aqua-HQE

O escritório Mindlin Loeb+Dotto Arquitetura, de São Paulo, elaborou o projeto do 3º Batalhão da Polícia Ambiental, em Guarujá. O empreendimento deverá ter a obra licitada ainda este ano e contempla exigências que visam a certificação pelo processo Aqua, que promove práticas sustentáveis na construção e é desenvolvido a partir da certificação francesa Démarche HQE (Haute Qualité Environmentale), aplicado no Brasil pela Fundação Vanzolini.

O projeto para o novo batalhão buscou se integrar à paisagem fazendo uso de uma cobertura com dimensão longitudinal em forma de um …

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