Edição 269Junho 2017
Quinta, 29 De Junho De 2017
Editorias

Publicado na Edição 269 Junho 2017

Acervo FAMS

Templo gótico na orla

Basílica Santo Antônio do Embaré: foto da década de 1920

Templo gótico na orla

A Basílica Menor de Santo Antônio do Embaré surgiu como uma pequena capela, em 1875, construída por ordem de Antonio Ferreira da Silva (o Visconde do Embaré), na chácara de sua propriedade, frontal à orla da praia da Barra. Após a morte do emérito santista, em 1887, a capela passou por um processo de degeneração, até que, em 1910, foi reformada.

Nos anos seguintes, com o aumento de residências na região da orla, viu-se a necessidade de ampliar o templo, a fim de atender a demanda de novos fiéis. Assim, com a ajuda das damas da sociedade emergente, iniciou-se uma série de ações no sentido de coletar donativos junto às famílias mantenedoras de palacetes e casarões de veraneio. Com o dinheiro arrecadado, a capela passou por ampla reforma, num projeto assinado por Maximiano Hehl (o mesmo da Catedral de Santos e do Castelinho dos Bombeiros).

Construída em estilo gótico, o templo contemplou pequeninas ogivas e rosáceas, além de uma torre de vinte metros de altura. Em 1915, ao final das obras, a capela passou a ter vinte e três metros de comprimento por seis metros de largura. Na frente destacava-se, em pequeno nicho, o orago Santo Antonio, colocado por cima da rosácea central, com vidros e vitrais da famosa casa Conrado Sorgenicht.

Igreja dentro da outra

Duas décadas mais tarde, o lugar voltou a sofrer nova ampliação, desta vez numa obra bastante curiosa. Iniciada em 13 de julho de 1930, o futuro templo surgindo em torno da antiga capela, como uma igreja dentro da outra. Em abril de 1931, ela já estava revestido de novas torres e, em 1934, foi a vez de inaugurar o altar-mor. As obras se arrastaram por anos, sendo concluídas apenas em 1946.

Em 1953, o templo foi elevado à categoria de Basílica, a primeira de Santos. Em 1956, a municipalidade ofereceu de presente uma estátua de Santo Antônio, instalada defronte ao prédio, que está lá até os dias de hoje.

Conheça o trabalho desenvolvido pela Fundação Arquivo e Memória de Santos: acesse o site www.fundasantos.org.br

Publicado na Edição 268 Maio 2017

Acervo FAMS

Glamour nas areias da praia santista

Hotel Internacional do José Menino:  hoje, no lugar do imponente prédio, existe um conjunto de prédios pé na areia

Glamour nas areias da praia santista

Muita gente acha que o primeiro hotel da orla santista foi o antigo Parque Balneário, surgido bem no início do século 20, quando a atividade hoteleira da cidade basicamente se concentrava no atual Centro Histórico. De fato, o Balneário, cuja história se iniciou em 1904, foi um hotel que marcou a memória de Santos, tanto por suas dimensões, como por seu requinte. Porém, os ventos marítimos conheceram outra magnífica instalação hoteleira, pioneira no Estado de São Paulo, que facilmente impressionou os primeiros turistas em passagem pela cidade santista. …

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Publicado na Edição 267 Abril 2017

Acervo FAMS

Progresso para a Baixada Santista

Festa de inauguração da Rodovia Anchieta, em 1947: no carro da frente o governador Adhemar de Barros

Progresso para a Baixada Santista

Depois da inauguração da nova estrada para o litoral paulista, a Rodovia Anchieta, em 22 de abril de 1947, São Paulo conheceu um novo ciclo de desenvolvimento, em especial o verificado nas cidades da Baixada Santista, que testemunharam o surgimento do polo petroquímico siderúrgico de Cubatão e o crescimento do setor imobiliário, aliado ao aumento substancial de turistas e veranistas em busca de sossego e lazer durante as temporadas de Verão.

O velho Caminho do Mar (SP-148) já não suportava o volume de trânsito entre o Planalto e …

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Publicado na Edição 266 Março 2017

Acervo FAMS

Teatro Guarany. Palco de grandes fatos históricos

Teatro Guarany em postal do começo do século 20

Teatro Guarany. Palco de grandes fatos históricos

Segundo teatro mais antigo da cidade, o Guarany (1882), foi erguido com recursos doados por grandes empresários do café. Sua obra durou dois anos até que, em 7 de dezembro de 1882, abriu as portas para o público santista, que assistiu, na estreia, as peças Mário, de Eduardo Cadendu, e Lucrécia, ambas apresentadas pela Companhia Recreio Dramático da Corte.

O maior destaque da inauguração, porém, foi a apresentação, durante o intervalo, da orquestra regida pelo maestro Luiz Arlindo da Trindade, que executou peças do compositor brasileiro …

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Publicado na Edição 265 Fevereiro 2017

Acervo FAMS

Estação de Trem do Valongo. 150 anos de histórias

Estação de Trem do Valongo (A Ingleza): a mais antiga do Estado de São Paulo, inaugurada em 16 de fevereiro de 1867

Estação de Trem do Valongo. 150 anos de histórias

Inaugurada em 16 de fevereiro de 1867, ou seja, completando 150 anos em 2017, a Estação de Trem do Valongo é a mais antiga do Estado de São Paulo, ponto final da estrada inglesa São Paulo Railway, concebida sob os auspícios da genialidade do Barão de Mauá e concluída pelas mãos hábeis dos ingleses, que a exploraram comercialmente até 1946.

Projetada simples, como os velhos prédios de uma Santos ainda marcada pela arquitetura colonial, a edificação ganhou, a partir de 1895, ares aristocráticos, com forte influência vitoriana, com …

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Publicado na Edição 264 Janeiro 2017

Acervo FAMS

O Correio em Santos. Uma história com mais de 200 anos

O palacete dos Correios localizado no Centro, hoje situado ao lado do Paço Municipal, em imagem da época em que foi inaugurado, 1924

O Correio em Santos. Uma história com mais de 200 anos

O serviço de correios na cidade de Santos foi criado pela primeira vez em 27 de julho de 1798, durante o reinado de D. Maria I e regência de seu filho, D. João. Inicialmente era um serviço apenas entre a cidade portuária e a capital bandeirante, essencialmente para trazer as correspondências dos colonos paulistanos que desejavam enviar notícias para Portugal, através dos navios que atracavam no porto santista.

Em 1835, o Correio da Corte passou a entregar as correspondências em domicílio (antes o destinatário tinha de ir

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Publicado na Edição 259 Agosto 2016

Acervo FAMS

Um palácio dedicado ao Patriarca da Independência.

Palácio José Bonifácio foi construído sob influência da arquitetura francesa

Um palácio dedicado ao Patriarca da Independência.

Desde a criação da Prefeitura, em 1908, a cidade de Santos sonhou em possuir uma sede própria para o executivo municipal (ela ficava em imóvel alugado – os Casarões do Valongo – atual Museu Pelé). Muitos foram os projetos criados para tal objetivo. Ao final, coube ao engenheiro Plínio Botelho do Amaral o privilégio de escrever seu nome na história, como o idealizador do prédio, batizado como Palácio José Bonifácio de Andrada e Silva. Elaborado com linhas clássicas, com total influência da arquitetura francesa, a edificação apresenta, internamente, …

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Publicado na Edição 258 Julho 2016

Acervo FAMS

Postos de Salvamento. Vigilantes da orla praiana

Presente do Rotary Clube de Santos: vigia e suporte ao banhista 

Postos de Salvamento. Vigilantes da orla praiana

Pouca gente sabe, mas os seis Postos de Salvamento que se estendem pela orla foram oferecidos à população pelo Rotary Club de Santos, antes mesmo de os jardins serem efetivamente urbanizados.

O inicio da construção aconteceu em 1928. As obras duraram quatro anos, terminando com a entrega – registrada em ata do clube – no dia 25 de maio de 1932. Ainda segundo o documento do Rotary, o prefeito Aristides Bastos Machado e o capitão Bianco Pedroso, delegado regional, estavam na reunião em que o presidente do clube, …

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Publicado na Edição 257 Junho 2016

Acervo FAMS

Real Centro Português. Arquitetura única em SP

Real Centro Português: construído entre 1898 e 1901

Real Centro Português. Arquitetura única em SP

Localizado na esquina da rua Amador Bueno com rua Martim Afonso, o Real Centro Português de Santos, considerado por muitas décadas o principal elo da colônia portuguesa na cidade, possui uma das arquiteturas mais singulares, em estilo neomanuelino, única no estado de São Paulo e uma das poucas existentes no Brasil – as outras conhecidas são o Real Gabinete Português de Leitura (1880-1887) e o Liceu Literário Português, no Rio de Janeiro, o Gabinete Português de Leitura em Salvador da Bahia (1915-1918), a mansão Henry Gibson, erguida em

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Publicado na Edição 255 Abril 2016

Acervo FAMS

Matadouro Municipal. No tempo das estouradas de boi na ZN

Cena da inauguração do Matadouro Municipal, em 1916

Matadouro Municipal. No tempo das estouradas de boi na ZN

Houve um tempo, quando a atual região da Zona Noroeste de Santos era praticamente uma imensa área rural, em que a cena mais comum aos poucos moradores locais era o trânsito de gado em direção ao maior e mais bem equipado matadouro do litoral. E nada incomum, vez em quando, alguns dos animais se “insurgirem” contra seus algozes, iniciando verdadeiras estouradas, para alegria das crianças, testemunhas festivas da fuga dos bois até locais como o Saboó, como já registrado na memória santista.

O Matadouro Municipal foi criado na …

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Publicado na Edição 254 Março 2016

Acervo FAMS

Palacete Aranha Rezende. Gênese da transformação urbana santista

À esquerda, as palmeiras frontais ao majestoso Palacete Aranha

Palacete Aranha Rezende. Gênese da transformação urbana santista

As riquezas resultantes da comercialização do café pelo Porto de Santos transformaram a cidade, gradativamente, a partir do final da década de 1860. A até então pequena comunidade praiana e portuária, logo se tornaria uma das cidades mais belas do Estado de São Paulo.

Antes da chegada da ferrovia (que foi a mola propulsora do desenvolvimento econômico local), a classe mais abastada de Santos vivia em grandes sobrados situados na antiga rua Direita (atual XV de Novembro) ou na Santo Antonio (rua do Comércio). Com o aumento significativo …

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Publicado na Edição 253 Fevereiro 2016

Acervo FAMS

Teatro Coliseu. Palco de pioneirismos e muita arte

Coliseu na década de 1950: cinema era a principal atração local

Teatro Coliseu. Palco de pioneirismos e muita arte

Inaugurado em 1897 como um velódromo (pista de corrida para bicicletas), funcionou assim até 1903. Dois anos depois foi comprado por Francisco Serrador Carbonell, um dos introdutores do cinema no Brasil, que ali mandou instalar uma tela e palco para encenações teatrais. Nominado Colyseu Santista, foi inaugurado em 23 de julho de 1909. O espaço passou a receber renomados artistas, nacionais e internacionais, assim como abrigou animados bailes de Carnaval.

Em 1923 foi vendido para o empresário santista Manuel Fins Freixo, também do ramo do cinema, que não …

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Publicado na Edição 252 Janeiro 2016

Acervo FAMS

Embrião do sistema mutuário na América Latina

Conjunto Castelo Branco – BNH Aparecida: foto do início dos anos 1970

Embrião do sistema mutuário na América Latina

No final dos anos 1960, Santos foi escolhida para abrigar a primeira experiência habitacional popular do Banco Nacional de Habitação (BNH), entidade criada em 1964 para financiar empreendimentos imobiliários pelo Brasil. A decisão foi motivada pela reivindicação dos operários da Baixada Santista, em especial os operários do Pólo Petroquímico de Cubatão e do Porto de Santos, que formaram uma cooperativa para viabilizar o empreendimento.

O primeiro passo foi a aquisição da área, de 146,2 mil metros quadrados, no bairro da Aparecida, pertencente ao Instituto Nacional de Previdência Social …

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Publicado na Edição 251 Dezembro 2015

Acervo FAMS

Primeiro monumento da cidade é erguido em honra ao fundador de Santos

Monumento em honra ao fundador de Santos

Primeiro monumento da cidade é erguido em honra ao fundador de Santos

Até meados do século XIX, Santos ainda guardava um aspecto bastante próximo dos tempos coloniais, com casarões de grossas paredes e arquitetura simples. Com o advento da ferrovia, em 1867, a cidade começou a se transformar, graças à riqueza proporcionada pelas exportações de café. A forte influência da escola francesa de arquitetura, assim como a inglesa, esta trazida pelas companhias que assumiram serviços públicos importantes na cidade, como a distribuição de água e o transporte coletivo, fez surgir praticamente uma nova cidade santista, com sobrados e palacetes de …

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Publicado na Edição 250 Novembro 2015

Acervo FAMS

Bolsa do Café. Tesouro no Centro de Santos

A Bolsa do Café, na década de 1920

Bolsa do Café. Tesouro no Centro de Santos

Localizado no antigo “Quatro Cantos”, área nobre do Centro, o prédio da Bolsa Oficial de Café se deparava de um lado com o coração financeiro da cidade e do outro com o próprio porto, onde ocorriam os embarques do precioso “ouro verde”, como eram apelidados os grãos crus de café.

A Companhia Construtora de Santos, do engenheiro Roberto Cochrane Simonsen, cuidou do projeto e das obras. A construção da Bolsa de Café entrou na agenda nacional das solenidades referentes ao Centenário da Independência. Por isso, as obras se …

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Publicado na Edição 249 Outubro 2015

Acervo FAMS

Cadeia Velha. Um patrimônio cultural santista

Cadeia Velha: símbolo da resistência artística e cultural de Santos

Cadeia Velha. Um patrimônio cultural santista

Conhecida originalmente como Casa de Câmara e Cadeia, a “Cadeia Velha” teve sua construção iniciada em 1839 no antigo Campo da Chácara (atual Praça dos Andradas). Foram necessários cerca de 30 anos para que fosse concluída. Em 1865, ela abrigou as tropas brasileiras que partiam para a Guerra do Paraguai. Em 1866 e instalou-se nela o Fórum e seu Tribunal de Júri.

Em 1870, passou a funcionar como a Cadeia de Santos, com oito celas. Assim foi por mais de 80 anos.

Em 15 de novembro de 1894, …

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Publicado na Edição 248 Setembro 2015

Acervo FAMS

Anna Costa, a Champs-Élysées Santista

Avenida Dona Anna Costa: anos 30, vista do Monte Serrat

Anna Costa, a Champs-Élysées Santista

Dona Anna Costa, com duas letras “n” mesmo, na grafia original da época em que foi aberta a mando e expensas do marido, Mathias Casimiro Alberto da Costa, o dono da “Vila Mathias”. Nada poderia ser mais romântico do que criar uma via dedicada à esposa a partir de seu próprio “corpo”, quase uma simbiose equivalente a de Adão e a costela que devirou sua companheira Eva. E, assim como a lenda bíblica, onde a maçã da discórdia repeliu ambos do Paraíso para um mundo repleto de angústias, …

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Publicado na Edição 246 Julho 2015

Acervo FAMS

Edifício do Conselho e Cadeia de Santos

Edifício do Conselho e Cadeia de Santos

O ano de 2015 marca o aniversário de 150 anos do conjunto fotográfico mais antigo da história de Santos, produzido por Militão Augusto de Azevedo. No ano de 1865, o renomado fotógrafo eternizou algumas cenas raríssimas do cotidiano santista. Entre as imagens, está a única foto que se tem notícia do edifício do Conselho e Cadeia de Santos, também conhecido como a 2ª Casa de Câmara e Cadeia, sede do poder imperial na cidade de Santos, desde finais do século XVII. Este prédio foi construído em 1697 e …

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Publicado na Edição 245 Junho 2015

Acervo FAMS

A misericórdia e os 70 anos do quarto prédio

Inauguração do atual prédio da Santa Casa, em 2 de julho de 1945

A misericórdia e os 70 anos do quarto prédio

IFundada em 1543, com o objetivo de atender a povoação de Enguaguaçu (que viria a se tornar a Vila de Santos) além dos forasteiros que chegavam em navios que exploravam a costa sul-americana, a Santa Casa de Misericórdia, considerada o primeiro hospital do Brasil, tem uma relação tão especial com a cidade, que seu nome, Santos, deriva de sua existência. Historiadores reputam que ela tenha sido criada em 1º de novembro, data dedicada a “Todos os Santos”, daí sua alcunha, que mais tarde possibilitou todos conhecerem o povoado …

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Publicado na Edição 244 Maio 2015

Acervo FAMS

De Escola de Marinheiros a Museu de Pesca

Museu de Pesca: de fortaleza, passando por escola de marinheiros...

De Escola de Marinheiros a Museu de Pesca

Quem não se encanta com o belo prédio onde está abrigado o Museu de Pesca? No passado distante, aquele lugar foi ocupado por uma fortaleza. Sim, o Forte Augusto, ou da Estacada, que fazia tiro cruzado com a Fortaleza da Barra Grande, cuja construção se deu em 1734.

Foi no início do século XX, mais precisamente em 1909, que o local foi ocupado pelo edifício atual, de imponente arquitetura, construído para abrigar a Escola de Aprendizes Marinheiros, cuja missão era educar jovens adolescentes, através de instrução primária e …

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