Edição 280Maio 2018
Terça, 19 De Junho De 2018
Editorias

Publicado na Edição 278 Março 2018

Divulgação

Queridinho das ruas

Fit, amor à primeira vista: câmbio CVT é importante aliado no trânsito pesado da cidade ou na subida de serra

Queridinho das ruas

Nelson Tucci

“Um Honda é um Honda” costumam dizer alguns de seus proprietários, revelando satisfação e orgulho da marca. Veículos & Negócios foi dar um rolé no Fit EXL 2018 e conferiu as alterações produzidas no modelo. Com design inconfundível, apresenta a grade do para-choque com uma colmeia e friso cromado, combinando bem com os faróis, agora produzidos com modernas luzes de LED. A alteração mantém a característica do modelo e confere a ele um ar renovado. Na traseira, se você reparar bem vai ter a sensação de encontrar um sorriso estilizado. Ou seja, por fora o Fit 2018 está bem na foto.

Internamente o carro agrada, à exceção do banco do motorista cujo trilho poderia ser um pouquinho mais longo, pois isto faz diferença para quem mede mais de 1,80 m. A nova tela multimídia é atual, de sete polegadas, e sensível ao toque. A navegação por GPS é muito funcional, assim como o volante, equipado com aletas, controle de rádio etc. O ar condicionado, igualmente sensível ao toque, está aprovado. A estranheza ficou por conta do sensor de ré (inexistente), embora o veículo tenha boa câmera instalada para facilitar manobras.

Os bancos são ergonômicos, com apoios para a cabeça e os braços e os passageiros de trás têm um grande conforto, nem sempre encontrado em outros modelos da concorrência. O porta-malas é básico (363 litros) e o banco traseiro, bi partido, rebate. No lado do carona, se puxar tudo pra frente e descer 100% o encosto, o banco transforma-se em uma cama. Para longas viagens é um mimo e tanto.

A dirigibilidade do carro é boa, no geral. O controle de estabilidade e o sistema (hsa) de partidas em aclive ajudam. O motor, 1.5 aspirado, carrega 116 cv e tem 15,3 kgfm de torque. O câmbio CVT (automático) é importante aliado no trânsito pesado da cidade ou na subida de serra. Para quem não exige respostas rápidas esse motor está de bom tamanho; agora se você prefere mais agilidade, vai sentir que a Honda está devendo um upgrade na motorização, o que para a marca – desenvolvedora de máquinas nas pistas da Fórmula 1 – deve ser molezinha.

Sobre o consumo: rodando a etanol fez 10,1 km/litro na misto cidade-estrada e só na rodovia, 12,2 km/l. A gasolina rendeu 20% mais.

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