Edição 275Dezembro 2017
Domingo, 17 De Dezembro De 2017
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Publicado em 13/09/2017 - 8:48 am em | 0 comentários

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Estudo aponta queda de 36% no estoque de imóveis em Campinas

Campinas: 6.400 unidades lançadas de julho de 2014 a junho de 2017

Estudo aponta queda de 36% no estoque de imóveis em Campinas

O Estudo do Mercado Imobiliário de Campinas analisou o desempenho do mercado de imóveis residenciais novos e registrou o lançamento de 6.400 unidades na cidade de julho de 2014 a junho de 2017. No mesmo período, 4.759 unidades foram comercializadas, gerando uma oferta final de 1.641 novas habitações, o que representa queda de 36% em relação ao estudo anterior (2.545 unidades).

O trabalho foi elaborado pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP, o Sindicato da Habitação, em parceria com a Robert Michel Zarif Assessoria Econômica. Para o diretor Regional do Secovi em Campinas, Marcelo Coluccini, mesmo com as dificuldades econômicas do Brasil nos últimos anos, que impactaram diretamente o ritmo da cadeia da construção civil, o setor continua apresentando resultados importantes na região.

“Os números de lançamentos e vendas e a redução significativa nos estoques de imóveis demonstram a importância do mercado imobiliário local, e comprovam as grandes oportunidades de negócios oferecidas em nossa cidade. Quem investir por aqui, tem, no futuro, a expectativa de alta valorização”, comentou Coluccini.

Das 6.400 unidades lançadas, destacam-se os imóveis de 2 dormitórios econômicos, que responderam por 49% do total, com 3.148 unidades. Além disso, 50% dos lançamentos foram de unidades econômicas de até R$ 230 mil (3.184 imóveis). Dos 4.759 imóveis comercializados nos 36 meses analisados, a participação das unidades de 2 dormitórios econômicos foi ainda maior, chegando a 56% do total: 2.646 unidades vendidas e 56% com valores até R$ 230 mil (2.674 unidades).

O VGV (Valor Global de Vendas) de imóveis residenciais no período de julho de 2014 a junho de 2017 totalizou R$ 1,633 bilhão. O destaque ficou por conta dos imóveis de 3 dormitórios, que responderam por R$ 521 milhões (32% do total), seguidos por unidades de 2 dormitórios econômicos (R$ 481 milhões e 29% de participação), 2 dormitórios (R$ 363 milhões e 22%), 4 dormitórios (R$ 232 milhões e 14%), 1 dormitório (R$ 31 milhões e 2%) e 1 dormitório econômico (R$ 5 milhões e 0,3%).