Edição 273Outubro 2017
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Publicado em 31/10/2017 - 9:42 am em | 0 comentários

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Cubatão é o 12º colocado no ranking da emissão de dióxido de carbono

Cubatão lançou 845,32 x 10³ ton/ano de CO2 na atmosfera

Cubatão é o 12º colocado no ranking da emissão de dióxido de carbono

Cubatão, na Região Metropolitana da Baixada Santista, conquistou o 12º lugar no ranking 2016 da Secretaria de Energia e Mineração do governo estadual, entre os municípios paulistas que mais emitiram dióxido de carbono (CO2) na atmosfera. Também conhecido como gás carbônico, o CO2 é um composto químico gasoso e um dos gases que favorecem o efeito estufa.

Segundo o Anuário Estatístico de Energéticos por Município no Estado de São Paulo, no ano passado Cubatão deu sua contribuição negativa ao planeta com o lançamento na atmosfera de 845,32 x 10³ ton/ano, o equivalente a 1,1% do total de emissões do Estado, que produziu 75.455,25 x 10³ ton/ano.

A capital paulista é a líder do malfadado ranking, com 17,9% das emissões, correspondentes a 13.471.85 x 10³ ton/ano. Juntas, as 15 cidades mais poluidoras foram responsáveis por 45% das emissões de CO2, ou 34.537,20 x 10³ ton/ano, entre os 645 municípios de São Paulo.

Confira o ranking:

1º São Paulo, 13.471.85 x 10³ ton/ano (17,9%)

2º Guarulhos, 6.663,27 x 10³ ton/ano (8,8%)

3º Campinas, 2.152,23 x 10³ ton/ano (2,9%)

4º Araraquara, 1.661,29 x 10³ (2,2%)

5º Paulínia, 1.378,71 x 10³ (1,8%)

6º Santo André, 1.084,33 x 10³ ton/ano (1,4)

7º São Bernardo do Campo, 1.006,17 x 10³ ton/ano (1,3%)

8º São José dos Campos, 1.002,72 x 10³ ton/ano (1,3%)

9º Ribeirão Preto, 990,76 x 10³ ton/ano (1,3%)

10º Sorocaba, 892,78 x 10³ ton/ano (1,2%)

11º Jacareí, 890,33 x 10³ ton/ano (1,2%)

12º Cubatão, 845,32 x 10³ ton/ano (1,1%)

13º Piracicaba, 839,13 x 10³ ton/ano (1,1%)

14º Jundiaí, 833,81 x 10³ ton/ano (1,1%)

15º Itatiba, 824,49 x 10³ ton/ano (1,1%)

O relatório traz dados consolidados sobre os principais energéticos consumidos pelos 645 municípios paulistas – energia elétrica, etanol, derivados de petróleo e gás natural, bem como as respectivas emissões de dióxido de carbono (CO2).

As emissões de CO2 foram calculadas por município, com base nos coeficientes adotados pelo Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC), apresentados no Latin American Regional Workshop for Estimating National Greenhouse Gases Emissions, realizado em 1993 no Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE). Posteriormente, esses índices foram revisados, levando-se em conta as recomendações adotadas por instituições ambientais nacionais (Cetesb e Secretaria Estadual do Meio Ambiente). Segundo elas, deve-se considerar nula a contribuição dos combustíveis renováveis (bagaço, lenha, carvão vegetal, etc) na emissão de CO2, uma vez que o processo de fotossíntese retira da atmosfera uma quantidade equivalente de carbono liberado na combustão. Assim, foram considerados os seguintes combustíveis: Gás Natural, Gasolina Automotiva e de Aviação, Óleo Diesel, Óleo Combustível, Querosene Iluminante e de Aviação, GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), Coque de Petróleo e Asfalto.