Edição 270Julho 2017
Sexta, 18 De Agosto De 2017
Editorias

Publicado na Edição 268 Maio 2017

A família cresce…

A família cresce…

A partir desta edição o Perspectiva abre espaço para falar de nossos muito mais que amigos, cada vez mais reconhecidos como nossa família, num bate papo, um “papo pet” aberto com o médico veterinário dr. Eduardo Ribeiro Filetti. Bem-vindos!

Filetti_Família As famílias brasileiras estão cada vez mais diferentes e isso influencia o animal de estimação que se tem em casa. Além de cães e gatos, as pessoas estão adotando outras espécies, como chinchilas, iguanas, salamandras, cobras… Para ajudar a entender melhor sobre a necessidade de cada um desses bichos é necessário consultar um médico veterinário especialista em animais silvestres. Pesquisas canadenses apontam que quem tem um animal doméstico em casa tem menos chance de sofrer um infarto agudo do miocárdio.


A iGUi acaba de lançar um produto inédito no Brasil, a cobertura de piscinas automatizada Levita. Principalmente para que tem crianças em casa, mas também para pets, o Levita é indispensável para quem deseja uma vida tranquila. O produto cobre totalmente a superfície da água e pode aguentar até 50 quilos.


 Unindo o mundo animal e a gastronomia com muita diversão, a Virada Aunimal promoveu mais uma edição, após o sucesso do evento no começo do ano. Desta vez, o festival aconteceu em maio no Shopping Iguatemi Alphaville, na capital, reunindo gastronomia pet, lazer, brincadeiras e food trucks, para cão e dono!


Filetti_Ação

Clínica Filetti, em Santos, dos manos veterinários Eduardo e Celso Ribeiro Filetti, participou de ação da Zoetis, para divulgar produtos e serviços que visam dar bem-estar ao pet.


O que é?

PARVOVIROSE é uma enfermidade causada por um vírus contagioso e afeta, principalmente, os filhotes. Animais adultos também podem ser afetados se não forem vacinados.

Não é transmitida a seres humanos, pois é uma doença exclusiva de cães (canídeos). Seus sintomas podem ser febre, depressão, perda do apetite, vômitos, diarreia hemorrágica, desidratação, choque e morte.

A severidade da doença pode variar desde uma infecção inaparente até sintomas severos e levar a óbito. O músculo cardíaco pode ser afetado, o que é um dos maiores motivos da morte do pet com essa doença.

A transmissão ocorre pelas fezes de cães contaminados. O vírus pode ser transportado nas patas, nos pelos, por gaiolas infectadas, pneus de carro, calçados ou pela mão humana. Como o vírus é muito resistente, ele pode permanecer viável no meio ambiente por meses e na terra por mais tempo.

O reconhecimento precoce dos sintomas e o tratamento imediato pode ser a diferença entre a sobrevivência e a morte do cão. O tratamento objetiva levantar a resistência, fortalecer o organismo e evitar a desidratação. Mas é importante manter a defesa do próprio organismo.

As vacinas de boa qualidade são o único método de proteção para seu cão. Mas se ele já está com a doença não adianta vaciná-lo. O esquema de vacinação para a parvovirose começa com 42 e 60 dias de idade e mais três reforços posteriores.

Se seu cão está em tratamento para a parvovirose, siga estas orientações: corte a água, administre soro lentamente, traga-o para o retorno na clínica e só ofereça comida quando for indicado.