Edição 306Julho 2020
Terça, 04 De Agosto De 2020
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Publicado em 24/07/2020 - 7:10 am em | 0 comentários

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Pandemia acelera processo de transformação digital na construção civil

Mais otimização de tempo, produtividade, custos e deslocamentos

Pandemia acelera processo de transformação digital na construção civil

A construção civil se adapta à nova realidade e, para continuar ganhando mercado e estar próximo do cliente, é fundamental se reinventar. Agora, o novo normal das empresas é dentro de casa e a transformação digital acelera este processo, afirma a Celere, focada em estudos de viabilidade, orçamentos e gerenciamento de obras.

Nos últimos meses a startup redesenhou e criou novos produtos, que serão 100% digitais e poderão ser acessados em qualquer lugar, tanto por clientes quanto por colaboradores. A empresa transformou os seus produtos e serviços com tecnologia e outras ferramentas que vem sendo desenvolvidas há cinco anos, com soluções pensadas executar e entregar os serviços remotamente.

“Foi necessário fazer uma transformação para atender remotamente com mais eficiência e, para isso, não só usamos as tecnologias e plataformas disponíveis no mercado, como também criamos pequenos times de acordo com cada projeto”, afirma Raphael Chelin, engenheiro civil e co-fundador da Celere. Estes pequenos times foram divididos em salas online e qualquer colaborador pode falar com o seu colega, em qualquer hora do dia, apenas ligando o microfone, como se estivesse dentro da empresa, mas na verdade cada um está na sua casa: “A ideia foi tentar aproximar, mesmo no isolamento social, e manter uma rotina mais próxima possível da que tínhamos quando estávamos fisicamente próximos”.

A estrutura rende bons resultados para a Celere. Com cerca de 20 colaboradores em regime home office desde março, a empresa não demitiu e nem reduziu jornadas e salários. A forma de atender os clientes também vem passando por mudanças. Antes da pandemia, 50% dos clientes contavam com consultoria presencial. Hoje esta realidade é diferente, menos de 10% ainda contam com trabalhos presenciais. A startup também conquistou novos clientes.

Para Chelin, o modelo remoto é bem visto e mais eficiente para a empresa, que teve mais otimização de tempo, produtividade, custos e deslocamentos: “Antes, um dos diretores da Celere, por exemplo, chegou a ficar apenas cinco dias em sua residência durante um mês. E era algo bem comum dentro da equipe. Não bastava ter processos online, precisávamos criar uma forma de atuar online o mais próximo possível, tanto entre nossa equipe quanto para os clientes. A nossa intenção mais para frente, quando o isolamento acabar, é ter postos rotativos de trabalho, mas manter o home office, pois o modelo deu muito certo”.

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