Edição 273Outubro 2017
Terça, 21 De Novembro De 2017
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Publicado na Edição 271 Agosto 2017

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Saúde muscular após os 60 anos

Pesquisa apura que envelhecer bem é uma das metas do brasileiro

Saúde muscular após os 60 anos

Cada vez mais o idoso sofre cada com a perda de funcionalidade e, a partir dos 60 anos, a tendência é apresentar limitação para realizar suas atividades diárias, como comer, tomar banho, andar pela casa e deitar-se. “Fica claro que manter a funcionalidade, na medida em que a expectativa de vida cresce, significa autonomia, independência e qualidade de vida para viver mais plenamente. E isso tem muito a ver com a alimentação”, diz Patrícia Ruffo, nutricionista e gerente científica da Divisão Nutricional da Abbott no Brasil.

A empresa estuda o impacto da boa nutrição na saúde humana, incluindo a importância de nutrientes e ingredientes como a proteína e seu papel na saúde muscular; HMB (beta-hidroxi-beta-metilbutirato), ingrediente que atua junto com a proteína para manter e restaurar os músculos; e vitamina D, que também contribui para a absorção do cálcio, levando ao fortalecimento dos ossos.

Patrícia explica que a perda de massa muscular é natural e inerente ao processo de envelhecimento. Mas que, sem exercícios e uma alimentação adequada, o quadro evolui para degradação do músculo que, se não cuidada, causa a sarcopenia (perda da massa muscular e principalmente da força muscular). Para se ter uma ideia, a partir dos 40 anos, o indivíduo já começa a perder 8% dessa massa a cada década, e aos 70 anos o quadro se acentua, atingindo índice de 15%.

Patrícia lembra que envelhecer bem é justamente uma das metas do brasileiro hoje, especialmente para os moradores do Sudeste. Realizada pela Abbott, a pesquisa “O que é para o brasileiro viver ao máximo?” mostra que para 94% dos entrevistados da região, envelhecer de modo saudável é essencial para uma vida plena. O Sudeste, no entanto, é uma das regiões com mais queixas das pessoas sobre a falta de disposição física (27%) como uma barreira para se viver ao máximo, ficando atrás apenas do Nordeste (37%).

O HMB é pouco conhecido. A sigla quer dizer beta-hidroxi-beta-metilbutirato, um composto vital para a saúde muscular, pois atua com a proteína para preservar as células do músculo, mesmo durante a perda da massa muscular. O HMB estimula a produção da proteína, que por sua vez ajuda o corpo a manter e restaurar a massa muscular. Ele vem demonstrando que ajuda os idosos a manter sua saúde muscular na medida em que envelhecem ou quando ficam doentes – ajudando inclusive a minimizar a perda muscular durante o repouso6.

O HMB pode ser encontrado em alimentos como abacate, aspargo, frutas cítricas, couve-flor, entre outros. Estudos demonstram que 3g de HMB por dia são benéficos à saúde do músculo. Porém, essa quantidade é extremamente difícil de ser obtida a partir de uma dieta normal, dadas as quantidades baixas de HMB disponíveis em alimentos. Os suplementos contendo HMB podem ser considerados como uma opção, já que possuem uma quantidade eficaz de HMB.