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Publicado em 4/10/2022 - 7:01 am em | 0 comentários

Divulgação

Polo de Ecoturismo de São Paulo terá projeto de desenvolvimento sustentável

Prática de esportes aquáticos como stand up paddle

Polo de Ecoturismo de São Paulo terá projeto de desenvolvimento sustentável

O posicionamento do Polo de Ecoturismo de São Paulo, no extremo sul da capital, como destino turístico sustentável está sendo desenvolvido pela Secretaria Municipal de Relações Internacionais (SMRI), por meio da Secretaria Executiva de Desenvolvimento Sustentável, e a São Paulo Turismo, empresa da prefeitura da capital paulista para a área de turismo e eventos.

O polo é a maior região verde e preservada da cidade. Ele é dividido entre os distritos de Parelheiros e Marsilac, além da chamada Ilha do Bororé. Vai do afunilamento entre as represas de Guarapiranga e Billings ao Parque Estadual da Serra do Mar, já na divisa com Itanhaém. As Áreas de Proteção Ambiental (APAs) Capivari-Monos e Bororé-Colônia abrangem praticamente todo o perímetro.

Desconhecida da maioria da população, a região tem origens históricas. É possível encontrar a herança de ocupações estrangeiras do século 19 e início do 20 – a primeira colônia alemã da capital, por exemplo. Em contraste, fica ali a maior terra indígena da região Sudeste do País, a Tenondé Porã, onde vivem cerca de 2000 indígenas do povo Guarani Mbya, divididos em diversas aldeias. Nos atrativos naturais, destacam-se as trilhas que levam a cachoeiras, rios e lagos convidativos para o stand up paddle, boia cross, rafting ou apenas nadar e se refrescar.

O Polo de Ecoturismo de São Paulo ocupa 28% da cidade. Nos últimos 10 anos foi feito o mapeamento e a mobilização de empresários e comunidade, além de políticas públicas voltadas principalmente para a agricultura e qualificação da produção rural. “Existe um forte movimento a favor do desenvolvimento sustentável por meio do turismo. A comunidade enxerga esta oportunidade como uma ferramenta para proteção ambiental e cultural e, por isso, está engajada”, lembra Marta Suplicy, secretária de Relações Internacionais da capital.

O plano para a região prevê assessoramento técnico individualizado de atrativos turísticos, promoção e divulgação — incluindo estratégia digital — projeto de sinalização turística, pesquisas e monitoramento de resultados, além de sensibilização do mercado para a criação de roteiros.

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