Edição 271Agosto 2017
Quinta, 21 De Setembro De 2017
Editorias

Publicado na Edição 264 Janeiro 2017

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O destaque é a funcionalidade

Comparação com os outros compactos podem favorecer...

O destaque é a funcionalidade

Nelson Tucci

Andamos com o J3 Turin flex, o sedan básico da JAC. E a impressão é melhor dentro do que fora dele. Redesenhado juntamente com o J3 (o irmão mais velho) há 3 anos, tem um design limpo, com uma bonita frente. No mais é um modelo comum.

Dentro, a direção assistida agrada, assim como os espelhos reguláveis, as aberturas internas para o porta-malas (respeitável, de 490 litros) e o tanque. Os pedais têm estilo esportivo e o espaço no banco traseiro é bem razoável para o seu tamanho.

A suspensão macia vai bem na estrada. O motor 1.5, de 4 cilindros, entrega 127 cv (no etanol). Tem saída boa e faz ultrapassagens facilmente, mas o câmbio parece que não acompanha a agilidade do motor. É impreciso nos engates. O modelo testado tinha 5 marchas, manuais. No item visibilidade há pontos cegos perceptíveis em curvas fechadas.

A comparação feita com os outros compactos do mercado podem favorecer o J3 Turin. É preciso avaliar, sem paixão, a relação custo-benefício e a funcionalidade. No conjunto, a percepção fica melhor quando se dirige o modelo.

No item consumo o carro vai muito bem com etanol, na estrada. Em nossa avaliação alcançou 11 km/litro, em velocidade constante e com o pé levezinho. Já na cidade o rendimento não alcança 7 km/litro. A gasolina o ganho varia entre 15% e 20%, compensando rodar a etanol.

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Veículos_Jac3_02

Direção assistida agrada, assim como os espelhos reguláveis