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Sexta, 28 De Fevereiro De 2020
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Publicado na Edição 299 Dezembro 2019

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Veganismo na alimentação

Veganos têm menores índices de obesidade

Veganismo na alimentação

Filosofia de vida que prega o respeito a todos os animais, o veganismo rechaça todo e qualquer produto de origem animal, seja na alimentação, vestuário, medicamentos, produtos de limpeza, entre outras áreas. “A opção por um estilo de vida vegano pretende minimizar os impactos ambientais, preservar os animais e ter um estilo de vida mais saudável”, explica a coordenadora do curso de Nutrição do Centro Universitário Internacional Uninter, Thaís Mezzomo.

Ela esclarece que na alimentação o veganismo é diferente do vegetarianismo, pois os vegetarianos não consomem carne na dieta, seja ela vermelha, branca ou de peixe, mas podem consumir produtos de origem animal, como ovos, leite, iogurte, manteiga, mel, entre outros. Diferentemente, os veganos não incluem produtos de qualquer origem animal nas refeições.

“Os veganos apresentam menores índices de sobrepeso e obesidade, melhor controle da pressão arterial, melhor controle glicêmico e menores taxas de doenças crônicas não transmissíveis, tais como infarto agudo do miocárdio”, diz.

As fontes de proteínas na alimentação são as leguminosas (feijão, lentilha e grão-de-bico, por exemplo) e as oleaginosas (castanhas, nozes, amendoim). O único nutriente ausente desta dieta é a vitamina B12, pois só pode ser encontrada em produtos de origem animal. Para obtê-la, os veganos podem fazer suplementação e consumir produtos enriquecidos com ela, como leites vegetais.

A professora recomenda acompanhamento nutricional aos veganos: “Uma pessoa com hábitos alimentares ruins que decide tornar-se vegana sem uma reeducação alimentar pode ter cansaço, sonolência, queda de cabelo, dores musculares e enfraquecimento das unhas”.

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